Infelizmente, pretendo seguir o rítimo de apenas uma postagem por dia, então não pretendo pular de cabeça na escola clássica ainda nesse post, que tem como objetivo apenas dar uma prévia do que está por vir.
Dando inicio à profissão de engenheiro de produção, após os estudos de Taylor, Fayol e, principalmente, Ford, surgiu um papel muito importante no piso de fábrica: o papel do Gerente da Produção. Apesar da formação em engenharia, um engenheiro de produção está mais apto a assumir o papel do Gerente do que o papel do chefe de Manutenção, sendo sua formação voltada para o lado da administração.
Iremos estudar um pouco de cada escola, a escola clássica, neoclássica, fordismo e toyotismo, antes de chegarmos ao ponto onde é feita a conclusão da premissa: a diferença entre o executivo globalizado vs. regional. Temos até um estudo de caso de uma grande empresa, a qual não posso citar o nome, aonde entrevistamos o gerente de produção, assim podemos enquadrar a teoria na prática.
Até a próxima.
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